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Nova gama de caixas de velocidades da Scania explicada:

Melhor rendimento em todas as faixas de velocidades

  • Criadas para coincidirem na perfeição com os motores de baixa rotação da Scania
  • Poupam aproximadamente 1% de combustível
  • Aproximadamente 60kg mais leves devido ao tamanho reduzido  e a carcaça de alumínio
  • Tres travoes de eixos  no total que proporcionam excelente desempenho de mudanças de marchas
  • Mudanças pneumáticas, mudanças de marchas eficientes e oito velocidades de marchas atrás disponíveis
  • Baixo nivel de ruído, indo ao encontro de todos os regulamentos previsíveis
  • Menos fricção interna, reservatório de óleo seco que reduz os borrifos e perdas de energia
  • Intervalos de manutenção melhorados e melhor precisão

Desenvolvendo uma gama de caixas de transmissão totalmente nova é algo incrível, especialmente quando se propõe superar o que já é um marco na indústria. É por isso que a nova gama de caixas de transmissão Opticruise da Scania não têm peças em comum com a gama existente. Com as suas incríveis melhorias de desempenho, manter-se-ão competitivas durante esta década.

“Detesto utilizar o antigo cliché sobre começar de uma folha de papel em branco, mas foi exatamente o caso”, afirma Jimmy Larsson, Diretor Sénior, Diretor do Desenvolvimento de Transmissões, Scania R&D. “A missão das equipas era desenvolver caixas de velocidades que pudessem lidar com as diferentes exigências da próxima década, especialmente no que concerne o consumo de combustível, a condução e a sustentabilidade. E com a nova gama, também os veículos com GTW elevado podem utilizar relações de eixo rápidas ao mesmo tempo que mantêm a sustentabilidade exigida.”

A Scania tem uma longa tradição de oferecer cadeias cinemáticas com rotações baixas e binário alto como elementos chave para atingir um consumo de combustível baixo. Porquê? Se o motor tem binário e força para propulsionar o camião em velocidades de motor baixas, é utilizado menos combustível (simplesmente porque o combustível necessita de ser injetado no cilindro a cada quatro tempos do pistão).

Na prática, implica cálculos altamente complexos com uma grande variedade de fatores a considerar, mas que acertaram em cheio. Se uma velocidade de cruzeiro favorável pode ser mantida proxima as 1050 rotações do motor por minuto, será definitivamente poupado combustível. Até há pouco tempo, um camião normal de longo curso operava a cerca de 1400 rotações por minuto. A nova gama de caixas de velocidades da Scania tem um alcance de relações de marchas significativamente maior com uma verdadeira marcha over drive no topo e consegue lidar com rotações altas e baixas de forma eficiente.

Altamente eficiente
Uma característica proeminente das novas caixas de velocidades é a sua capacidade para poupar combustível. É por isso que os engenheiros da Scania centraram-se, particularmente, na fricção interna aquando do design e desenvolvimento da nova gama. O objetivo planeado foi atingido, as perdas internas foram reduzidas em mais de 50%. Isto foi conseguido através da melhoria nos engrenamentos, utilizando óleo MTF de baixa viscosidade e colocando de lado parte importante do óleo em um reservatório no no topo da caixa de transmissão. Isto reduz o borrifo de óleo interno uma vez que as engrenagens não são continuadamente expostas a óleo (pense sobre a roda de água). Em determinadas áreas das engrenagens mais vulneráveis ao desgastes, é fornecida lubrificação e refrigeração extra através de tubos pulverizadores de óleo.

Tudo de alumínio e silencioso
A primeira edição da gama, G33CM, é aproximadamente 60kg mais leve do que as caixas de velocidades atuais, principalmente devido a carcaça toda em alumínio e às dimensões reduzidas. Outra conquista chave é o baixo nivel de ruído, um pré-requisito para cumprir com os regulamentos futuros. A redução de ruído média é de até 3,5 dB, uma redução muito considerável quando da consideração de que a escala dB é logarítmica.

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A nova gama de caixas de velocidades da Scania tem revestimento todo em alumínio e dimensões ligeiramente menores, o que proporciona uma redução de peso de 60 kg. Com menos fricção interna e um alcance maior, cumpre o requisito de baixas rotações do motor da Scania e contribui para poupanças de combustível aumentadas.

As novas caixas de velocidades são mais pequenas do que as caixas de velocidades atuais da Scania, a GRS905. Ao utilizar apenas dois sincronizadores (comparados com sete), entre mudança alta e baixa, as novas caixas de velodidades são mais pequenas e mais resistentes, com mudanças capazes de lidar com mais binário. Isto ativa também oportunidades de utilizar mudanças com engrenagens ligeiramente maiores que conseguem lidar com mais carga e são mais duradouras.

No entanto, remover as sincronizações também cria maiores exigências no sistema de gestão da caixa de velocidades e na estratégia geral de mudanças. Toda a eletrónica é, assim, nova e gere os atuadores pneumáticos e os eixos de transmissão (três no total) que são muito importantes para mudanças suaves, rápidas e precisas.

Oito marchas-atrás
Os engenheiros da Scania adotaram uma nova abordagem para marchas-atrás. Na maioria das caixas de transmissão, fazer inversão implica deixar um par de engrenagens separados para rodar o eixo principal na direção oposta. Na nova gama Scania, ao contrário, é utilizado o conjunto planetário do eixo de saída, e a inversão é realizada bloqueando a coroa do conjunto planetário. Esta solução permite ter oito velocidades de marcha-atrás a velocidades de até 54 km/h (opcional). Isto é útil quando, por exemplo, camiões basculantes necessitam de fazer marcha-attrás em longas distâncias (por exemplo, em locais de construção de túnel).

Os intervalos de mudança de óleo foram muito melhorados, devido à elevada precisão e à utilização de filtros de óleo maiores e óleo de alta qualidade.

Soluções PTO inteligentes
Não valeria a pena mencionar qualquer gama de caixas de transmissão de camiões sem indicar também as suas capacidades PTO (tomada de força). A nova gama da Scania vem com uma variedade de soluções PTO inteligentes e desenvolvidas para atender qualquer demanda de PTOs solicitadas pelos clientes da Scania, independentemente da sua aplicação.

Toda uma gama, de facto nove PTOs diferentes, estará disponível, caracterizada por um desempenho aumentado, menos perdas de arrasto e maior flexibilidade através da modularidade. As PTOs EG são orientadas diretamente pelo eixo de transmissão e são lubrificadas em pressão pela caixa de transmissão. A nova interface na caixa de velocidades com uma porta de lubrificação significa que podem alimentar equipamento mais pesado como, por exemplo, bombas hidráulicas.

A PTO EK (orientada pelo volante) irá consistir numa unidade separada, montada entre o motor e a caixa de velocidades. Quatro relações diferentes estarão disponíveis e a torre de saída é possível ser montada em três posições diferentes.

“No geral, temos todas as razões para acreditar que a nossa nova gama de caixas de transmissão é topo de gama para motores de camiões potentes”, afirma Alexander Vlaskamp, Vice-Presidente Executivo, Diretor de Vendas e Marketing na Scania. “Esperamos apoiar os nossos clientes no cumprimento das suas tarefas de transporte de uma forma sustentável e simples ainda durante muitos anos.”