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Scania prevê crescimento de 5% no mercado de ônibus em 2020

Operação brasileira fechou 2019 como a segunda maior do mundo dentre todos os países de atuação da marca; vendas do modelo a gás começam no 2º semestre

São Paulo, 6 e 7 de fevereiro de 2020 – A Scania mantém a confiança para um desempenho positivo nos ônibus em 2020, e projeta alta de até 5% nas vendas em comparação a 2019, na faixa acima de 8t. A fabricante também prevê o início da comercialização dos chassis a GNV e/ou biometano para o segundo semestre.

“Nossa previsão para 2020 é crescer até 5%. Nos rodoviários algumas incertezas com o movimento de desregulamentação das linhas e a crescente atuação dos aplicativos levará o mercado a uma adaptação ao longo do ano. Esses dois fatores vão provocar o nascimento de um novo jeito de atuação das empresas. Haverá ainda mais concorrência. Por isso, será ainda maior a busca por soluções que aumentem a eficiência e reduzam os custos operacionais da frota. E, a linha Scania oferece as melhores soluções ao cliente”, conta Fábio D´Angelo, novo gerente de Vendas de Ônibus da Scania no Brasil. “Por outro lado, o fretamento deve continuar crescendo, bem como as vendas dos motores traseiros. Nos urbanos, deveremos fazer um volume próximo de 2019.” 

“O ano de 2020 começou acelerado. Por isso, já projetamos um aumento de 20% da carteira de pedidos para o primeiro trimestre. Ainda assim, é um otimismo moderado.” 

 

2019: Crescimento acima do mercado nos rodoviários

No acumulado de 2019, na faixa de atuação da Scania (acima de 8 toneladas de capacidade de carga) a indústria emplacou 17.491 unidades contra as 12.808 de 2018, num aumento de 36,6%. A fabricante sueca teve 901 ônibus registrados versus 760 do exercício anterior. “A Scania cresceu 18,6%. Continuamos oferecendo ao cliente a melhor solução que engloba produto, serviços, gestão de frota, conectividade e modalidade financeira”, salienta o novo gerente. A participação de mercado foi de 5,2%. “As 901 unidades emplacadas de 2019 consagraram o Brasil como o segundo maior mercado dentro da Scania.”

Do volume de 901 chassis emplacados, 845 foram de rodoviários (acréscimo de 20,4% sobre os 702 de 2018). A participação foi de 21,2% e a vice-liderança mais uma vez conquistada. O mercado total de rodoviários emplacou 3.980 unidades contra as 3.320 de 2018. Acréscimo de 19,9%. “Crescemos acima do mercado”, diz. Já nos urbanos acima de 8t, a Scania emplacou 56 unidades, sendo 30 unidades do K 250UB 4x2. 

No ranking de vendas Scania por modelo, o K 360 4x2 foi o campeão com 305 unidades, um incremento de 53,3% sobre as 199 do ano anterior. “Esse produto é um sucesso. O resultado expressivo está ligado ao processo de renovação de frotas que atuam nas operações de linhas rodoviárias de curtas e médias distâncias, bem como do fretamento, que continua sua recuperação de mercado”, conta o gerente. O segundo foi o K 440 8x2 com 245 produtos, e alta de 107,6% (118). “A Scania continua liderando o segmento 8x2, e sendo a preferida para a configuração de dois pisos (DD ou double decker). Ele oferece a melhor rentabilidade da categoria”. O terceiro foi o K 400 6x2, muito utilizado também no turismo, com 232 produtos e alta de 23,4% (188).  

Ônibus GNV e/ou biometano: vendas começam no segundo semestre

A dependência 100% ao diesel fica cada dia mais difícil de ser defendida do ponto de vista da sustentabilidade para melhorar o planeta. As emissões de CO2 contribuem para o aumento da poluição global. A Scania, parceira líder na transição para um setor de transporte mais sustentável, faz parte do problema e trabalha para ser parte da solução na busca por alternativas ao diesel. Neste momento, o ideal para o ‘Aqui e Agora’ no Brasil é o ônibus movido a gás natural veicular (GNV) e/ou biometano, que se enquadra nos três pilares sustentáveis: econômico, social e ambiental. 

“A Scania está vivenciando a mudança no transporte de passageiros para o ecossistema da mobilidade ideal: veículos elétricos. É o futuro, certamente. Mas, antes devemos passar pela tecnologia a gás e biometano. Na Europa foi e está sendo assim. Ainda não há viabilidade econômica do ônibus elétrico no Brasil”, afirma D´Angelo. 

Neste momento, a Scania segue firme no processo de homologação do ônibus GNV e/ou biometano no Brasil. A homologação depende de três fases: do chassi, da carroceria e do sistema de abastecimento do gás. A etapa do chassi foi finalizada. “Acreditamos que o processo completo esteja aprovado neste primeiro semestre. Enquanto isso, seguimos preparando a linha de produção e fazendo os investimentos necessários na fábrica de São Bernardo do Campo. Prevemos que as vendas comecem no segundo semestre de 2020. Teremos opções urbanas e rodoviárias”, revela.

“Com dezenas de demonstrações feitas desde 2014, já foi comprovada a viabilidade na comparação ao diesel. Levando em conta os atuais preços praticados dos dois combustíveis, a redução do custo por quilômetro rodado pode ser de até 20%”, conta Fábio D´Angelo. “As consultas não param, e temos certeza do potencial de vendas e da cadeia sustentável que está sendo criada. Os operadores urbanos, de linhas rodoviárias e os órgãos gestores buscam uma alternativa viável ao diesel. Eles estão abertos a conhecer, e estamos dispostos a apresentar.” 

A linha urbana vai oferecer três modelos: K 280 4x2 (de 12,5 a 13,20 metros e capacidade de 86 a 100 passageiros), K 280 6x2 (15 metros, terceiro eixo direcional e capacidade para até 130 passageiros) e o articulado K 320 6x2/2, de 18,6 metros e capacidade para 160 ocupantes. Na nova linha não são necessárias alterações significativas nos projetos das carrocerias. As instalações dos cilindros de gás podem ser feitas entre as longarinas do chassi (abaixo do assoalho) ou sobre o teto. Os motores já serão Euro 6 (o Brasil está no Euro 5). A autonomia será de 300 km. Caso seja necessária uma autonomia maior, é possível avaliar a colocação de mais cilindros. 

Para a linha rodoviária, no primeiro momento o foco será no fretamento e linhas de pequenas distâncias na versão 4x2. “As outras opções chegarão com o aumento da demanda. Os investimentos são para médio e longo prazo”, conclui Fábio D´Angelo.