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Scania já domina tecnologia para atender o Proconve P7

Montadora optará pela tecnologia SCR para cumprir as futuras exigências da legislação brasileira

Com mais de três anos utilizando em toda a Europa veículos adaptados ao Euro 5, norma de emissão de gases na qual a legislação brasileira se baseou para criar as exigências do Proconve P7 (em vigor no Brasil a partir de 2012), a Scania tem a experiência e o conhecimento necessários para continuar oferecendo os melhores produtos e serviços para os seus clientes também no Brasil.

Para o mercado brasileiro, a montadora optou por utilizar o sistema SCR (Redução Catalítica Seletiva), tecnologia já dominada pela montadora e utilizada por milhares de clientes da marca em todo o mundo. O Scania SCR se baseia na utilização do ARLA 32 (Agente Redutor Líquido Automotivo), uma solução com 32% de ureia em água desmineralizada, que juntamente com catalisador, reduz drasticamente a emissão dos principais gases poluentes no meio ambiente. Com o sistema Scania SCR, os veículos contarão com novos componentes: um tanque de ureia (ARLA 32), um catalisador e um módulo eletrônico que fará todo o controle da operação.

O ARLA 32 é colocado em um tanque separado no chassi. Dependendo da aplicação, tanques de 50 ou 75 litros podem ser especificados, e a quantidade de ARLA 32 necessária para a conformidade com o Proconve P7 é de até 5% do combustível consumido.

“Com a introdução do sistema SCR em nossos produtos a partir do próximo ano, os transportadores brasileiros podem ficar tranquilos. Nós já dominamos esta tecnologia na Europa e testes rigorosos realizados aqui no Brasil apontam nos veículos Scania que atendem o Proconve P7 os mesmos benefícios já conhecidos por nossos clientes, como economia de combustível e produtividade”, afirma Roberto Leoncini, diretor geral da Scania no Brasil.

Além de todo esse know-how, o compromisso da marca é oferecer produtos que respeitem o meio ambiente. Ao atender a fase 7 do Proconve, a Scania contribuirá para reduzir aproximadamente 80% de Material Particulado (MP) e 60% de Óxido de Nitrogênio (NOx).

Numa comparação com a atual legislação vigente no Brasil, o Proconve P5, que estabelece uma emissão máxima de 0,10 g/kwh de Material Particulado e de 5,0 g/kwh de Óxido de Nitrogênio (NOx), a redução é drástica.  A nova norma Proconve P7 exige que os veículos automotores passem a emitir no máximo 0,02 g/kwh de Material Particulado e de 2,0 g/kwh de Óxido de Nitrogênio (NOx). O óxido de nitrogênio, além dos danos ao meio ambiente, também é prejudicial aos seres humanos, podendo causar irritações nos olhos, nariz, garganta e pulmão e agravar doenças respiratórias.

Esta nova regulamentação foi aprovada pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente em outubro de 2008 e estabelecia a adoção do diesel S10 e S50, com 50 e dez partes por milhão de enxofre, no abastecimento de veículos pesados em todo o Brasil.