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Scania volta a ter lucro na América Latina

O resultado das operações da Scania na América Latina em 2002 foi positivo em US$ 6,7 milhões. As vendas de caminhões e ônibus da montadora na região totalizaram 6.105 unidades, dos quais cerca de 1.000 veículos foram exportados para mercados da Europa, Ásia e África. Em 2001, o total de veículos vendidos foi de 8.151 veículos, desempenho 34% superior a 2002, mas a Scania registrou prejuízo pelo terceiro ano consecutivo.

“O aumento de preços implementado desde o início de 2002 fez com que os volumes caíssem, mas possibilitou a recuperação da rentabilidade em toda a região. A exportação de componentes e veículos completos produzidos na América Latina para outros mercados fora da região também contribuiu para o aumento dos rendimentos”, afirma Leif Östling, presidente mundial e CEO da Scania.

No mundo, o resultado operacional da Scania foi de US$ 507 milhões, valor que é 102% superior aos US$ 251 milhões de 2001. A quantidade total de caminhões e ônibus vendidos pela Scania no mundo em 2002, entretanto, foi de 43.669 unidades, 10% menos que os 48.331 veículos de 2001.

No Brasil, a estratégia de sacrificar temporariamente a participação de mercado em favor da rentabilidade fez com que a Scania terminasse 2002 com 3.205 caminhões e 327 ônibus vendidos, obtendo uma participação de mercado de 23% e 3,5%, respectivamente. Em 2001, as vendas da Scania no País somaram 5.230 caminhões e 853 ônibus, com uma participação de mercado de 35,2% e 7,9%, respectivamente. Com as vendas de 2002, o Brasil ainda é o quinto maior mercado de caminhões da Scania, atrás da Grã-Bretanha, França, Alemanha e Itália.

“Durante 2002, a demanda por veículos pesados na Europa foi um pouco melhor que o esperado, mas o cenário de incertezas prevaleceu. Na América Latina, essa demanda permaneceu fraca por todo o ano. Acreditamos que essas condições não devem se alterar em 2003, reforçando que o momento é de incertezas ainda maiores”, comenta Östling.